Site pessoal de (Ana) Lou de Olivier 
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 "Quando eu era pequenina, me desesperava por não poder estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Sempre pensava que enquanto eu estava em determinado lugar, milhares de pessoas e coisas aconteciam em outros lugares. E eu nunca conseguiria acompanhar tudo. Então eu chorava muito... Hoje, continuo na mesma, apenas mais conformada. Agora, não choro mais"... (fiz esta declaração numa entrevista por volta do ano 1998.

Hoje, 09/01/2014 olhando para a imensidão do meu portal, dos diversos sites que mantenho, diversos projetos em varias áreas, com registros em inúmeras fotos, livros oficiais, museu da TV, muitos livros, vídeos, artigos em revistas, jornais.. penso que eu consegui, se não ao vivo, ao menos na memoria e nos registros estar de fato e de direito em todos os lugares ao mesmo tempo.

E devo isso ao meu Criador que me fez vencer tantos obstáculos, ultrapassar todos os limites, ter tantos dons... Impossível agradecer, resumo apenas dizendo que o Eterno é meu Mestre e meu Guia)... By Lou de Olivier
 HISTORIA E TRAJETÓRIA 

Carreira (trajetória) de Lou de Olivier (Atenção: Pelo grande numero de acidentes e uma vida a mil por hora, alguns episódios que aconteceram simultaneamente foram desmembrados para melhor entendimento neste resumoA historia na integra será liberada em momento oportuno) 

Algo entre um meteoro e uma montanha-russa podem resumir a carreira de Lou de Olivier em suas diversas áreas.

Desde a infância viveu entre altos e baixos, ora subindo muito alto, ora despencando, porém, com uma força de vontade e uma audaciosa visão futurista, sempre soube aproveitar as quedas como impulso para novas ascensões cada vez mais altas.


Já aos oito meses de idade, o primeiro acidente aéreo, mostrando que Lou seria uma pessoa especial, saindo ilesa, escapando de graves acidentes e rumando para uma grande trajetória de vida em todos os sentidos.


Aos dois anos e meio iniciou estudos em dança (balé clássico e contemporâneo) e em canto popular. Em alguns meses de estudos, Lou já encarava um estúdio profissional gravando seu primeiro vinil “Sonho de criança”, sendo a primeira criança a gravar profissionalmente aos dois anos e nove meses de idade até aquela data. O vinil foi lançado um mês depois de Lou completar três anos. Porém, a música Sonho de criança, foi vetada pela censura, que se iniciava pela Ditadura. Mou então passou a cantar apenas a outra canção "Mês de maio", uma singela homenagem às mães e antecipou o lançamento de "Casca de banana", uma marchinha de carnaval e "Saci pererê", em estilo bossa nova. E, em seguida, uma temporada de quase um ano de apresentações pelo Brasil e o primeiro troféu pelo recorde de vendas de seu disco.


Tudo certo para a gravação de seu segundo vinil, incluindo a trilha sonora da novela “A pequena órfã”, carreira a mil, uma grave discussão entre a professora de dança e o professor de canto (cada um queria levar a pequena Lou no mesmo dia para um estado diferente do Pais) fez com que o pai de Lou rompesse os contratos encarregando-se ele mesmo dos compromissos da filha, porém, em seguida, teve que passar por uma cirurgia que exigiu alguns meses de repouso e, portanto, impedido de continuar a empresariar a filha, Lou foi afastada por este período da TV e Rádios.


Neste período de afastamento da TV veio o segundo acidente aéreo e, novamente, o salvamento. E a certeza, nada deteria Lou até que ela chegasse ao auge de uma grande trajetória que apenas começava.


Ainda sobre a carreira, ela retornaria um ano depois, ainda cantando e dançando por mais dois anos, com sucesso em temporadas pelo país e nas Tvs Record e Excelsior, em programas como Pullman Junior, Titio Molina, Ginkaninha Kibon e outros programas infantis da década de 60 e 70. Em um dos shows que fez em praça publica numa cidade do interior de São Paulo, a grande multidão que a assistia tentou invadir o palco, obrigando seu pai a retira-la erguida em seus ombros enquanto todos tentavam alcançá-la, puxando-a e gritando muito. A cena deixou Lou bastante apavorada e este fator fez com que ela própria quisesse parar as apresentações artísticas públicas. Seguiu apenas apresentando-se em programas de TV.


Por esta ocasião, Lou foi escalada para a trilha sonora de A pequena órfã. Se antes ela cantaria apenas a música tema, agora ela gravaria nada menos do que oito músicas, incluindo a música tema. 


Esta "segunda chamada" se deve ao fato desta novela ter ficado muito tempo em projeto. A TV Excelsior sofria muita pressão e censura e tinha dificuldade em colocar muitos programas no ar. A Pequena Órfã, por exemplo, começou a ser cogitada em 1965, mas só foi ao ar em 1968. Ainda sobre esta questão, o professor de canto de Lou, Irineu Gonzaga, criou as oito músicas e ensaiou com Lou e banda por alguns meses. Chegaram a gravar uma linda abertura em que Lou aparecia cantando a música tema mesclando cenas já gravadas da novela. Porém, a menos de um mês da estreia, veio a noticia que abalou a todos. A abertura havia sido vetada pela censura, assim como a trilha sonora. 


Esta foi a "gota d'água", Lou que já não entendia bem porque sua música Sonho de Criança foi impedida de ser executada, tornou-se desolada ao saber que nada do que gravaram iria ao ar. Irineu Gonzaga discutiu muito e afastou-se da TV. Não se teve mais notícias dele nem de seus talentosos alunos. 


Lou, por sua vez, interrompeu a carreira, nesta data, aos sete anos, para seguir os estudos normais ocasião em que aprendeu fluentemente francês e Inglês, além das matérias normais curriculares. Começou também a estudar piano clássico e continuou cursando dança. Nesta época nasceu seu único irmão, Erasmo.


Ainda aos sete anos, Lou foi vitima pela primeira vez das drogas. O tio, (irmão de seu pai),que era viciado em maconha e cocaína, tentou matá-la. Momentos antes eles tinham vivido uma cena feliz em família e, nos seus apenas sete anos, Lou não entendia porque seu tio que pouco antes estava tão bonzinho, de repente ressurgia, com os olhos esbugalhados, vermelhos e dizendo que mataria a todos, começando por ela.


Encostou o revolver no peito de Lou e ela podia ouvir o som do gatilho sendo acionado, porém este travou impedindo que as balas saíssem e dando tempo de seu pai chegar e desarmar o irmão. Mais um livramento na vida de Lou, assim como aos dez anos, outro acidente, desta vez automobilístico, grave mas sem nenhum ferimento para Lou.


Tendo o pai, Medico (e grande dançarino) , a mãe Enfermeira (também violonista e artista plástica), Lou pensava em ser Psiquiatra, mas, aos 16 anos, um afogamento em alto mar provocou-lhe uma anoxia (ou hipoxia) deixando-a desmemoriada por um ano e meio. Naquela época não havia conhecimento suficiente para que fosse detectada e tratada. Desenganada pelos melhores especialistas, tratada como “um caso perdido”, tornou-se uma adolescente triste e pensativa. Passava horas sentada na mureta da praia, olhando o mar, tentando encontrar a parte dela que havia morrido ali.


Nesta época começou a escrever diários para lembrar-se do que fazia diariamente e. em meio a estes relatos, surgiu sua primeira peça teatral “Eu inteiro, metade de mim”, que ela chamou de “drama psicológico musicado”, Era o que se passava pela cabeça da adolescente que nem sabia o que ela era, muito menos quem ela era. Um texto tão forte e profundo que nunca conseguiu estrear. Muitos grupos tentaram, ensaiaram e, em algum momento, o ator principal simplesmente entrava em crise existencial e o elenco se dispersava. O texto é inédito até os dias de hoje.


Aproximadamente um ano após o afogamento, ainda em estado profundo de amnésia, Lou sofreu outro acidente, ficando em coma. Se antes ela já estava desenganada pela medicina, agora já não esperavam sequer que ela sobrevivesse. Mas ela sobreviveu, porém, a memória que antes já estava comprometida, depois desse coma, segundo os médicos, não havia mais chance alguma de recuperação.


Aconselhada por um dos melhores Neurologistas da época a procurar “ajuda espiritual” e também um curso de teatro para resgatar a memória, Lou, acompanhada por sua mãe, iniciou uma grande maratona pelas diversas religiões e foi fazer um curso livre de dramatização. Foi seu primeiro contato com a comunidade Judaica, foi aluna de Berta Zemmel e Wolney de Assis no curso de Teatro da Casa de Cultura de Israel, onde encenou “O diário de Anne Frank, (Annelisse Marie Frank, mais conhecida como Anne Frank, foi uma adolescente alemã de origem judaica, vítima do holocausto, que morreu aos quinze anos de idade num campo de concentração), encenou também A margem da vida Tennessee Williams, vivendo a jovem problemática Laura.


Após um ano e meio de curso, sua memória já estava melhor porém, tinha dificuldades em falar por pouco que fosse em Inglês e  Francês. Numa família de poliglotas, (seu pai falava oito idiomas, seu irmão atualmente fala seis), Lou já era “fraquinha” falando somente dois idiomas, além do Português, agora era um vexame pois nem mesmo esses dois idiomas ela falava mais. E quanto ao Português, a escrita não foi afetada mas ela passou a ter dificuldades de leitura, muitas vezes sem conseguir sequer reconhecer letras e números e necessitando pedir que amigos lessem artigos e livros para ela até que, aos poucos, foi recuperando a capacidade de leitura. Passou a pesquisar sobre Dislexia que, na época, era considerada somente genética, mas pelos sintomas descritos, Lou teve certeza que ela tinha adquirido uma dislexia em decorrência da anoxia. A partir daí, começou a pesquisar tudo que encontrava sobre dislexia e intitulou seu distúrbio como “Dislexia Adquirida”.


Foi quando começou a pensar nos bebezinhos que sofrem anoxia durante o nascimento. Pensava que, se ela com 16 anos tinha ficado dessa maneira, como ficariam os cérebros dos bebês que passavam por privação de oxigênio? Na época ela não tinha muito estudo, tinha apenas os livros do pai (que também foi medico) e uma grande vontade de se curar mesmo sem saber bem o que tinha acontecido com ela, jurou que descobriria como curar isso e, ao descobrir, contaria para todo mundo para que ninguém mais passasse pelo que ela estava passando.


No curso de teatro que fez na Casa de Cultura de Israel ela se encantou. Percebeu que poderia juntar dança, canto e até desfile de modas dentro de uma peça teatral, poderia fazer grandes musicais... Decidiu cursar Educação Artística (que atualmente se chama Artes Visuais) e tornou-se Bacharel em Artes Cênicas, participou ativamente do grupo de teatro universitário, inclusive entrando em temporada semi-profissional e, nesta mesma faculdade, cursou uma extensão universitária em Musicoterapia e começou a dividir-se entre o palco e a terapia.


Estudava dança na escola mais cara de São Paulo e ensinava gratuitamente meninas da periferia. Resolveu fundar a Manhattan Masana Produções Artísticas. E, nesta fase, produziu grandes musicais sendo o mais aplaudido e conhecido “Calor do Sol em Manhattan” (Manhattan Sunshine). Montava elencos com os adolescentes de periferia, ensinava-lhes a cantar, dançar, desfilar. Conseguiu até tratamento dentário gratuito para eles já que alguns tinham falhas ou caries nos dentes. Enfim, mudou a vida de muitas crianças e adolescentes que estudavam (gratuitamente) artes com ela e depois se apresentavam e também motivou o publico mais carente a freqüentar teatros pois colocava os ingressos a preço de custo. O que arrecadava com os ingressos, ela comprava em pizzas e refrigerantes e o elenco torcia para ter muitos espetáculos por final de semana pois para muitos era a única boa refeição da semana e podiam até levar alguns pedaços para casa e dividir com seus irmãos. As crianças que assistiam ao espetáculo também ganhavam doces e material escolar que os patrocinadores cediam para distribuição.


Em paralelo, seu irmão, Erasmo, criou o Manhattan Masana Design, levando o curso de Design automobilístico a todo o Brasil e exterior e, juntos criaram um jornal bilíngüe que, em poucos meses, já circulava em 150 países. Não demorou muito para que os dois irmãos conquistassem o mundo, inclusive ganhando o prêmio “Melhor imagem de marca” na Espanha. Veio o plano Collor e novamente a montanha russa entrou em ação. Fecharam-se todas as fabricas de fora-de-series, as produções teatrais também caíram e houve uma nova interrupção na carreira de Lou.

Nesta época, Lou teve um AVC (popular derrame), ficou paralisada, em tratamento por quase um ano e, em conseqüência, ficou inativa. Quando recuperou os movimentos voltou a atuar em Artes, especialmente teatro e TV, participou de uma novela e muitos comerciais de TV, além de atuar em teatro como atriz e coreógrafa e, em seguida, passou um bom período atuando como coordenadora de eventos.


A partir de 1987, Lou de Olivier reiniciou estudos dos distúrbios de aprendizagem, aprofundando-se em Anoxia perinatalalém de atuar em Artes, ela continuou estudando Psicanalise e Psicopedagogia. intensificando suas pesquisas em anoxia perinatal sempre insistindo ser a anoxia a causadora de sua dislexia e de sua incapacidade adquirida para expressar-se em outros idiomas. Posteriormente estudando Musicoterapia no tratamento do Autismo.


Bastante discriminada em sua fase de transição das Artes para a Ciência, ridicularizada no inicio de suas pesquisas, fase em que era chamada de forma pejorativa de “atriz e coreografa” pelos professores e colegas que não acreditavam no potencial dela como Cientista já que sua base, sua primeira formação tinha sido Artes Cênicas e Artes Visuais, Lou enfrentou o preconceito, as chacotas, por muitas vezes chorou e pensou em desistir e encontrou apoio e incentivo no Prof. Dr. Francisco Assumpção Jr  que não só a incentivou como foi o motivo para que ela continuasse suas pesquisas, já que ao procurá-lo via nele sua ultima tentativa. E foi justamente a ultima pessoa que ela procurou, que a incentivou e acreditou no seu potencial e deu-lhe nova motivação impulsionando sua pesquisa e influenciando forte e positivamente sua carreira como pesquisadora e publicadora cientifica. A partir dai, Lou passou não só a publicar artigos em jornais de bairros mas também livros com a intenção de dividir seus conhecimentos e descobertas com os leitores. 

Com a morte de seus pais, desorientados pelos seus advogados, Lou e seu irmão perderam toda a herança deixada pelos pais com apenas uma assinatura. Desta vez a perda foi completa mas ela não se abateu, nem sequer chorou, apenas arregaçou as mangas e foi à luta, só foi chorar a morte dos pais meses depois numa situação em que percebeu que, se eles estivessem com ela, não estaria acontecendo. Só ai, deu-se conta da grande perda que sofrera e chorou, sentada numa calçada em meio a um grande temporal e jurou que nunca mais passaria por aquela situação, num autêntico e moderno "E o vento levou". Um ano depois estava recuperada financeiramente,

 A partir de 1994, Lou de Olivier passou a pesquisar também sobre drogas. Por vários anos manteve equipe voluntaria que pesquisava e visitava favelas orientando e auxiliando usuários de drogas. Chegou atuar como voluntaria em clinicas e comunidades de tratamentos a dependentes químicos e continuou estudos, seguindo pelo Mestrado Especial em Ciências Humanas. Em paralelo ao estudo do Mestrado, ela inaugurou sua primeira clinica sozinha, a Psicoarte que, em seguida passou a chamar-se Psiconeuroarte (Psicopedagogia, Neuropsicologia e Arteterapia). Atendeu gratuitamente oitenta dependentes químicos e suas respectivas famílias e publicou o resultado desta pesquisa no livro "Acontece nas melhores famílias". Nesta ocasião, criou o método que intitulou Multiterapia e inaugurou o Espaço Cultural Dra. Lou de Olivier, oferecendo cursos e tratamentos gratuitos à população carente.


Novamente uma ascensão meteórica, publicação de textos teatrais, de vários livros, artigos internacionais que lhe renderam prêmios importantes tanto em nível nacional quanto internacional. Escreveu para varias revistas e jornais no Brasil, Inglaterra e Portugal. Nesta ocasião sua peça “Os Alienados”, depois de uma temporada de sucesso no Brasil, foi montada também em Portugal com o titulo “Os Alucinados”. Enquanto isso, no Brasil, sua peça “Cinderela que não era Bela porque era Branca demais” era montada simultaneamente por três elencos, um em São Paulo (capital), outro em Mato Grosso e outro em Guarulhos - SP. Ainda nesta fase, Lou participou de vários programas de TV e Radio, tendo inclusive seu próprio programa "Lou e Você na TV", em caráter experimental e, posteriormente, intitulado "De tudo um pouco". Ainda cursou Especialização em Medicina Comportamental, estudou em profundidade Física (Mecânica) Quântica, Neurolinguística, e fez muitos cursos e atuações em Dependência Química.

Passando por um difícil período, aconselhada pela grande amiga e Jornalista Zildetti Montiel, Lou voltou a frequentar uma Igreja Evangélica, buscando desta vez, firmar-se teologicamente. Seguiu estudando o Judaísmo Messiânico, onde converteu-se, seguindo por um tempo uma linha entre o ortodoxo, o liberal e o messiânico, atualmente não frequenta nenhum local, busca conexão direta ao Criador e ainda procura definir-se teologicamente sabendo que, independente de segmentos religiosos, é uma alma hebreia e isso lhe basta.

Foi ao buscar DEUS que, finalmente, se encontrou como ser humano e foi além, encontrou o ponto que faltava para desenvolver a Terapia do Equilíbrio Total/Universal. Completou-se desenvolvendo também o blog Luz do Eterno. Portanto atua hoje pesquisando teórica/pratica em Artes, Saúde, Educação/Cultura e em teologia/arqueologia.

 Para ela nada é impossível porque acredita nela mesma e em DEUS, este Pai Eterno que a abençoa, protege e por quem ela sempre vence. Venceu vários acidentes, venceu varias limitações, venceu vários obstáculos e está vencendo também a guerra contra os distúrbios que hoje são tratados como “incuráveis”. E ela sempre soube transformar os obstáculos em trampolins, as mágoas em romances, os acidentes, as discórdias familiares e distúrbios diversos em livros esclarecedores. O que deveria ser tragédia vira comedia, o que deveria ser o fim torna-se esperança e recomeço nas mãos e na mente da abençoada Lou de Olivier.

Ganhadora de inúmeros e merecidos prêmios, sendo fonte de referência em diversas áreas, este ano está novamente em ascensão e desta vez voará muito mais alto. Está de volta à dança, ao teatro com uma peça (Os Alienados) em cartaz em Fortaleza-CE outra em São Paulo (Cabalá a arte de receber e doar).  Está com algumas novas publicações que em breve serão anunciadas, incluindo a polemica trilogia “Mística, Perversa, Sensual”, terminou de escrever as partes II e III de Beijos Amargos, enquanto a parte I de Beijos Amargos foi transformada em peça teatral, está ministrando o workshop “Corpo, Mente e Movimento” que está sendo um verdadeiro banho de auto-estima para todos que participam, ministrando o curso para casais, também está voltando a palestrar e tem planos de lançar, em breve, o seu nono livro didático. Somente no mês de março 2012 ganhou seis troféus e uma homenagem. E atualmente ela estuda os distúrbios na aquisição de idiomas estrangeiros. Suas pesquisas sobre anoxia causando distúrbios de aprendizagem, especialmente dislexia e também podendo causar autismo hoje são aceitas em diversos países, também sua defesa do tema Toxicomania causando TOC já é amplamente estudada e comprovada em diversos países e o termo que inventou para explicar o seu distúrbio “Dislexia Adquirida”  e insistiu na defesa de tese, tendo publicado em artigos e livros também foi aceito oficialmente, já consta dos termos oficiais da Ciência da Saúde em língua portuguesa, espanhola e também inglesa, onde recebeu a denominação de Acquired Dyslexia.

O reconhecimento oficial de sua trajetória e importância para o mundo pode ser comprovado nas paginas 279 e 280 do livro Brasil de todos os povos/São Paulo, sua Historia, seus monumentos - Destaques e Personalidades - do ano de 2009, do Instituto Biográfico Brasileiro, nas paginas 532 e 533 do Dicionário de Mulheres - Volume II - da Historiadora Hilda Flores. E também  no livro histórico Brasil de A a Z (aguardando mais informações

 Lou de Olivier também consta como Dramaturga na Enciclopédia de Literatura Brasileira - Volume I - paginas 187, 405 e 670 da Fundação Biblioteca Nacional - Academia Brasileira de Letras - 2001- (Original de Universidade de Michigan). Organizado por Afrânio Coutinho e José Galante Sousa - Global Editora - RJ - Brasil.    E integra o quadro de pioneiros da TV Brasileira no Museu da TV

Tudo isso e muito mais...


Muito além de uma excelente profissional, muito além de uma grande artista, acima de uma grande e especial experiência de vida, Lou de Olivier é a prova de que nenhum distúrbio, nenhuma sequela, nenhuma doença ou perda é obstáculo ou impedimento a quem quer, de fato, encontrar respostas e/ou se curar e vencer. E que a força da mente e a re-ligação com DEUS ETERNO estão acima de qualquer obstáculo.


A seguir, uma das mais de setecentas poesias de Lou de Olivier (para ilustrar este resumo de biografia)

Transparências ...

Sou como os vampiros

Atravessei os tempos

Enfrentei os ventos

Todos se foram à minha volta

Relembrando o passado

Almejando o futuro

Ainda estou aqui...

Sou como Fênix

Voando muito alto

Carregando cargas pesadas

Morrendo, queimando...

Ressurgindo de minhas próprias cinzas

Sou como os bipolares

Feliz e triste, boa e má

Certa e errada

Em qualquer estrada

Sou vendaval, sou temporal

Sou quem te faz mal

Porque o mal que em mim enxergas

É o espelho que te reflete em mim

By Lou de Olivier (escrita e publicada em 25/01/2010)